A gestão de ativos físicos nas empresas é o conjunto de práticas que visa maximizar o valor de máquinas, equipamentos, veículos, imóveis e infraestrutura ao longo de sua vida útil.

Antigamente, a gestão era reativa: consertava-se o que quebrava. Hoje, com sensores, software e inteligência artificial, é possível prever falhas, otimizar manutenção e aumentar o retorno sobre o investimento em ativos.

Neste artigo, você conhecerá nove inovações nesse campo. A seguir, mostramos como a gestão de ativos físicos nas empresas está sendo transformada pela tecnologia. Acompanhe!

Confira 9 inovações na gestão de ativos físicos nas empresas

1. Manutenção preditiva com IoT

A primeira inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o uso de sensores IoT (Internet das Coisas). Pequenos dispositivos acoplados a motores, bombas e compressores medem vibração, temperatura e corrente elétrica em tempo real. O sistema aprende o padrão normal de funcionamento e alerta antes que ocorra uma falha.

A gestão de ativos físicos evoluiu com o uso de tecnologia, permitindo maior controle sobre o desempenho das estruturas ao longo do tempo. Isso facilita o planejamento de ações necessárias, como a recuperação de fachada predial, de forma mais organizada.

A gestão de ativos físicos nas empresas com manutenção preditiva reduz paradas não programadas em até 70%.

2. Gêmeo digital (digital twin)

A segunda inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o gêmeo digital. Trata-se de uma réplica virtual do ativo físico, alimentada com dados reais de sensores. O engenheiro pode simular no computador o efeito de uma reforma, a troca de uma peça ou o aumento de carga sem mexer no equipamento real.

O gêmeo digital permite testar cenários de risco sem danos. A gestão de ativos físicos nas empresas com digital twin reduz o tempo de inatividade para manutenção em 50% e aumenta a vida útil dos ativos.

3. RFID e rastreabilidade de componentes

A terceira inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o uso de etiquetas RFID (identificação por radiofrequência). Cada componente crítico recebe uma tag que armazena dados de fabricação, data de instalação, histórico de manutenção e vida útil restante. O gestor lê a tag com um leitor portátil ou fixo.

A rastreabilidade elimina a troca de peças sem necessidade. A gestão de ativos físicos nas empresas com RFID reduz o estoque de peças sobressalentes em 30% e evita a instalação de componentes falsificados.

4. Realidade aumentada para manutenção

A quarta inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o uso de óculos de realidade aumentada. O técnico de manutenção vê, sobrepostas à máquina real, setas, anotações e instruções passo a passo. O sistema identifica a máquina pela câmera e carrega automaticamente o manual e o histórico.

O tempo de reparo cai drasticamente. A gestão de ativos físicos nas empresas com realidade aumentada reduz o erro humano e permite que técnicos menos experientes executem reparos complexos com segurança.

5. Blockchain para histórico imutável

A quinta inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o uso de blockchain para registrar toda a vida do ativo. Compra, manutenções, substituições de peças e laudos de inspeção ficam registrados em blocos criptografados que não podem ser alterados. Isso é essencial para ativos regulados (aviões, equipamentos hospitalares).

A auditoria se torna rápida e confiável. A gestão de ativos físicos nas empresas com blockchain aumenta o valor de revenda do ativo, pois o comprador tem certeza do histórico real.

6. Software EAM (Enterprise Asset Management) em nuvem

A sexta inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é a migração dos sistemas EAM para a nuvem. Antes, o software era instalado em servidores locais, caro e de difícil atualização. Hoje, plataformas como IBM Maximo, SAP EAM e UpKeep oferecem versões acessíveis com acesso de qualquer lugar.

O gestor vê o status de todos os ativos pelo celular. A gestão de ativos físicos nas empresas em nuvem permite que equipes distribuídas trabalhem com os mesmos dados em tempo real.

7. Otimização da vida útil por IA

A sétima inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o uso de inteligência artificial para calcular o momento ideal de substituir um ativo. A IA analisa custo de manutenção, eficiência energética, valor de revenda e risco de falha. Ela recomenda “trocar agora” ou “manter por mais 2 anos”.

A decisão de investimento deixa de ser emocional. A gestão de ativos físicos nas empresas com IA aumenta o retorno sobre os ativos em 15% a 30%, pois evita trocas precoces e manutenções caras desnecessárias.

8. Drones para inspeção de ativos de difícil acesso

A oitava inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é o uso de drones para inspecionar telhados, fachadas, torres, silos e tubulações. O drone sobrevoa, tira fotos de alta resolução e gera relatórios com indicação de pontos de corrosão, trincas ou desgaste. O inspetor não sobe mais em andaimes ou escadas.

A segurança do trabalhador aumenta. A gestão de ativos físicos nas empresas com drones reduz o custo de inspeção em 70% e elimina o risco de queda de altura.

9. Integração com BIM (Building Information Modeling)

Por fim, a nona inovação na gestão de ativos físicos nas empresas é a integração da gestão de ativos com o modelo BIM. O BIM é um modelo 3D da edificação que contém todas as informações técnicas: tipo de material, data de instalação, fornecedor, garantia. Ao clicar em uma viga no modelo 3D, o gestor vê toda a documentação.

A transição da construção para a operação fica fluida. A gestão de ativos físicos nas empresas com BIM elimina a perda de informações que ocorre quando o prédio é entregue ao cliente. Tudo o que foi construído fica documentado para sempre. Até a próxima!

Créditos da imagem: https://www.pexels.com/pt-br/foto/computador-portatil-laptop-notebook-escritorio-4872015/


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